"Life feels like a midnight ride..." - SOAD

29 de julho de 2015

Miss Peregrine e as suas crianças peculiares

Andei tanto tempo a refilar que nunca mais saía em Portugal o 2º livro da trilogia do Lar da Senhora Peregrine para Crianças Peculiares que quando, finalmente, vi que a Bertrand tinha pegado nele e o iria lançar, senti-me como uma criança no Natal! Oh, happy days...
Pois é, no início do mês foi lançado o Cidade Sem Alma (Hollow City) e tenho andado como uma barata tonta à procura de uma boa promoção para o comprar. Como é óbvio, nesta altura, e sendo o livro tão recente, as promoções são apenas de 10% (sim, sou forreta), mas confesso que ainda não mandei o orçamento às urtigas e o trouxe para casa por três motivos de peso: pouco tempo para ler ultimamente, duas leituras em simultâneo a decorrer e os trezentos mil livros na estante ainda por ler... Enfim...



Mas, como há males que vêm por bem, e quase como uma jogada do destino, descobri no Goodreads a notícia que estava à espera. Tchan tchan tchann tchaaaannnnn... O 3º livro já tem data prevista de lançamento!!
O próximo livro irá chamar-se Library of Souls e está previsto ser lançado a 22 de Setembro pela Quirk Books. Sendo este a conclusão da trilogia, ainda seremos brindados com mais 50 novas fotografias "peculiares".


Ora, sendo eu uma optimista, estou a contar que seja lançado por cá lá para o final do ano (pretty please?). Se assim for, consigo ler os dois livros seguidos, sem pausas nem desesperos pelo meio e, talvez por esta altura, já consiga uma promoção jeitosa. Juntar o útil ao agradável parece-me muito bem.

Agora, mais uma vez, é fazer figas para que corra como estou a pensar senão lá se vai o plano todo por água abaixo. De qualquer das formas, estou super entusiasmada e desejosa de os ler a ambos.

Para verem a sinopse e mais informação sobre Library of Souls, cliquem sobre a imagem.

28 de julho de 2015

Mais um prémio para João Cerqueira

João Cerqueira está de parabéns! O autor de A Segunda Vinda de Cristo à Terra (que estou agora a ler) recebeu a medalha de prata no 2015 International Latino Book Awards, tendo ficado em 2º lugar na categoria de Melhor Livro em Português.

Criado há 17 anos pelo actor Edward James Olmos e tendo o apoio da American Library Association, o 2015 International Latino Book Award teve a participação de autores de 17 países e contou com 192 júris. A cerimónia de entrega dos prémios decorreu no passado dia 27 de Junho em São Francisco, no Marriot Marquis. A escritora Isabel Allende foi uma das premiadas.

Podem ver aqui a lista de vencedores.

Este é o quinto prémio que o autor recebe nos Estados Unidos - medalha de ouro no USA Book Awards, no Beverly Hills Book Awards, no E-Book Global Awards, terceira melhor tradução publicada nos EUA segundo a ForeWord Review, e medalha de prata no Latino Book Award - e a sétima nomeação em concursos de literatura internacionais. Além dos concursos referidos, foi ainda nomeado finalista no Montaigne Medal e no Whishing Shelf Awards (Reino Unido). Recentemente venceu o SPEAKANDO EUROPEAN LITERARY COMPETITION 2015 com o conto Uma casa na Europa.

O reconhecimento é merecido e acredito que não irá ficar por aqui!


João Cerqueira, nascido em 1964 em Viana do Castelo, é licenciado e mestre em História da Arte pela Faculdade de Letras da U. P. . Prepara um doutoramento sobre a obra do artista plástico José de Guimarães. É autor dos livros Arte e Literatura na Guerra Civil de Espanha (publicado em Portugal e no Brasil), do romance satírico A Culpa é destas Liberdades, A Tragédia de Fidel Castro, A Segunda Vinda de Cristo à Terra e coautor da biografia Maria Pia: Rainha e Mulher.

26 de julho de 2015

Opinião - "Deste Lado da Luz", de Colum McCann


Deste Lado da Luz
(This Side of Brightness)
de Colum McCann

Edição: 2011 (original 1998)
Páginas: 256
Editor: Civilização Editora
ISBN: 9789722633123
Categoria: RomanceFicção

20 de julho de 2015

16 de julho de 2015

As coisas que eu me lembro...

Há coisas que realmente...

Andava aqui em "arrumações" no blog, quando reparei nesta app com as minhas leituras actuais. Sem qualquer tipo de ligação, nem de autor, nem de género, nem de tamanho, nem de tom e escrita - nada - e escolhidos meramente ao acaso, ou como quem diz, apeteceu-me, estes dois títulos acabaram por se juntar e o resultado não deixa de ser engraçado.
"Inferno" - "A Segunda Vinda de Cristo à Terra" - Tchan, Tchan, Tchaaannnnn... Quase que se podia criar uma história totalmente nova apenas com os títulos e as capas (imaginação para que te quero!). E porque não?


Ano: 2015
Localização: Veneza, Itália
O dia amanhece cinzento. As gondolas oscilam ao sabor da ondulação. Estamos a meio de Julho mas corre um brisa fria, aproveitada alegremente pelos primeiros turistas da manhã. Pouco a pouco as ruas estreitas e os canais começam a ganhar vida com a crescente multidão de sandálias com meias e calções caqui.
Um som abafado surge in stereo, um som de fundo que não se sabe bem de onde vem. O gondoleiro olha para a barriga do turista americano sentado à sua frente e sorri com malícia, "Oh coitado, aquilo está mau! Boa sorte para encontrar um WC quando sair daqui". Enquanto vai distraído a pensar nas várias maneiras do americano se tramar com tamanha dor de barriga, o ruído vai aumentando, um crescendo que se aproxima vindo das profundezas. Surgem ondas nas águas dos canais que balançam as gondolas mais fortemente do que o habitual. Os turistas continuam mesmerizados com tudo o que vêem enquanto que os locais começam a aperceber-se de algo errado mas, quando acontece, nada podem fazer.
Um misto de vento, destroços e água fustiga tudo à sua volta, nada é poupado. E, do meio do rio, envolto numa aura de vapor, surge uma criatura enorme, cinzenta, com uma face velha e medonha, onde se podem ver dois olhos faiscantes, um nariz tão aquilino que parecia estar prestes a quebrar e a separar-se do resto da cara, e uma barba longa, longa, de pêlos emaranhados numa espécie de rasta descontrolada.
O som de uma gargalhada cavernosa ecoa por todo o lado e as batidas da "Ace of Spades", dos Motorhead, emanam da criatura.
- EU sou Coraçãozinho de Satã! Verguem-se perante mim pois sou vosso mestre eterno, dono do Inferno e dono de vós! Mmmwwwuuuhhahahahaha...
Nas praças circundantes, aquelas que conseguiram resistir à chegada de tamanha personagem, aglomeram-se pessoas incrédulas e receosas mas, ao mesmo tempo, demasiado curiosas. Todas observam boquiabertas aquele ser horrendo. Em alguns pontos surgem pessoas que, em pânico, começam a correr gritando "O Diabo saiu da terra para nos vir buscar!! Vamos todos para o Inferno!!". Nada podem fazer senão rezar e nunca a expressão "só se lembram de Sta. Bárbara quando faz trovões" fez tanto sentido.
Coraçãozinho de Satã, Satã para os amigos, Diabo para os haters na Terra, estava tão aborrecido sem nada para fazer em casa, que decidiu ir dar um passeio. Ao passar pelos nove círculos do Inferno, passeio de que tanto gostava, apercebeu-se que precisava de ver coisas novas, de espairecer um bocado. E qual o melhor destino de férias para o Diabo? Qual o sítio onde pode fazer todas as trafulhices que queira sem haver grandes repercussões e onde consegue encontrar pessoal mais malicioso do que ele e que alinham em tudo o que ele diz? Ora nem mais, Terra!
- Vamos lá ver o que aqueles malucos andaram a fazer nos últimos séculos. - E com esta partiu, de malas e bagagens direitinho a Veneza, com intenções de depois rumar até ao Vaticano.
Chegado, então, ao destino, a primeira coisa em que reparou foi em pequenos focos de luz reluzindo incessantemente, vindos do chão. Ainda ele não imaginava o que as provocava, e já a sua cara estava a ser visualizada por milhões de pessoas no Facebook e no Youtube... Tinha dito duas palavras há 10 segundos atrás e já meio mundo se preparava para o Apocalipse. Oh, as maravilhas da modernidade!
Não conseguiu, porém, dar sequer dois passos. Do céu cinzento e carregado surge um rasgo de luz branca que atravessa as nuvens até ao chão. Uma música de fundo surge, "Flash", dos Queen, enquanto uma figura etérea vai pairando na luz, descendo, descendo.
- Quantas vezes te preciso de dizer que NÃO estás autorizado a vir até aqui? Hum? - soa uma voz.
Por esta altura, já metade da população mundial louvava aos céus pela vinda do Senhor à Terra, 1/4 restante jurava a pés juntos que os aliens estavam a invadir o planeta, trancando-se nos seus bunkers preparados para o Apocalipse zombie (para o efeito, servia perfeitamente), outros tantos choravam, riam, sentavam-se ao computador para partilhar uma última foto no Instagram e alterar o status no Facebook, quiçá aproveitar que as vidas do Candy Crush já recarregaram...
Jesus Cristo, JC para os amigos, estava de férias quando o chamaram com urgência. De chinelos de enfiar no dedo, calções às flores e t-shirt estampada com a frase "Life's a Beach", JC corre até ao escritório onde o metem ao corrente da situação: Satã resolveu violar, novamente, o acordo milenar que o proibia de frequentar a Terra, imposto definitivamente aquando a grande bebedeira de 79 D. C. em que, Satã perdeu de tal forma o norte, que decidiu brincar com bombinhas e rebentou com o Monte Vesúvio. O resto conta a história...

E como isto dava pano para mangas é melhor deixar-me de histórias... por agora, pelo menos! :P

9 de julho de 2015

Em Junho chegaram...

Meus amigos, tenho andado com uma preguiça que nem vos conto!! Não sei se será do calor ou da lembrança de que, há alguns uns anos atrás, por esta altura, estaria a gozar as belas das férias escolares em vez de estar a trabalhar... Aaiii, quem me dera ter 16 anos outra vez!!
(E agora reparei... começo esta rubrica sempre a queixar-me de alguma coisa. Que refila, moça!)
Mas, passando ao que interessa, cá venho eu mostrar-vos os meus lindos, preciosos, fantásticos novos inquilinos! Yay!

Como já reparam pela imagem, o mês de Junho foi bastante produtivo (ou da desgraça, dependendo do ponto de vista). Foram tantos e tão bons, que pensei falar um pouco mais sobre eles, mas a preguiça apoderou-se de mim e fui deixando passar. Até fiz um vídeo por ser mais fácil, mas acabou por ficar grandote e tinha de fazer a sua edição e, quando dei por isso, a preguiça atacou outra vez! Enfim, siga pela maneira convencional e, quando os acabar de ler, poderei falar mais sobre cada um dando-lhes a devida atenção. Comecemos, então.


E começo com dois miminhos ganhos em passatempo. O primeiro, Amores Secretos, de Kate Morton, recebi-o através do blog Bloguinhas Paradise (visitem, é giríssimo!) e o segundo, Morto para te Ver, de Cátia Santiago, através do GLA, um grupo do Facebook ao qual pertenço e adoro! A autora foi super simpática pois, além de me ter enviado directamente o livro, também me escreveu umas palavras como dedicatória! :)


Estes dois amigos, encontrei-os sozinhos e abandonados numa prateleira da papelaria onde costumo ir. "Sr. Carlos, aqueles dois livrinhos que ali estão, posso dar uma vista de olhos?", rápida leitura da sinopse, encontro da etiqueta com o preço (4,99€!), "Olhe, levo os dois!". E basicamente foi isto.  O Quinto Mandamento, de Barry Eisler e Os Olhos de Alan Poe, de Louis Bayard. Ambos pertencem a uma colecção oferecida pela revista Sábado (adoro as promoções desta revista!) que saiu o ano passado. Na altura passou-me um bocadinho ao lado, não dei mesmo conta da sua existência, mas como a lançaram novamente, consegui redimir-me este ano. Yay!


A Note! tem andado ultimamente com umas promoções muito, muito boas. Em Junho surgiu uma de 40% de desconto em livros seleccionados e, alegria das alegrias, os títulos eram bastante apelativos. Trouxe, então, A Filha do Papa, de Luís Miguel Rocha, o qual já andava de olho há algum tempo, e O Segredo da Casa Riverton, de Kate Morton. Apenas conheci esta autora após ganhar o Amores Secretos e, apesar de ainda não o ter lido, pela sinopse e pelo que folheei, pareceu-me bastante interessante. Quando encontrei O Segredo da Casa Riverton na Note! aguçou-me logo a curiosidade e lá veio ele a reboque.
A única coisa que me chateia na Note! é a mania de colarem as etiquetas da promoção, que são enormes, mesmo em cima da capa. Se reparem no livro da Kate Morton na foto, perto da mão da senhora, está uma descoloração. Ora, nesse preciso local estava um desses autocolantes que, quando o descolei, trouxe parte do plastificado da capa atrás ficando aquela bela mancha como resultado. Amigos, fazer favor de começarem a colar todas as etiquetas na parte de trás dos livros, sim? Assim, o desastre é menor, boa? Ai, ai...



Estes dois amigos estão juntinhos na foto apenas porque têm as capas mais giras! São tão simples que acabam por se tornar perfeitas. O Bizarro Incidente do Tempo Roubado, de Rachel Joyce e O Passo Constante das Horas, de Justin Go, apesar de não terem nada a ver um com o outro em termos de história, vamos ficar com o mesmo sentimento: a busca incessante das respostas para os mistérios que nos sondam e que podem surgir a qualquer momento.


Dois autores portugueses que surgiram este ano, ou melhor, apenas os conheci agora, com duas histórias totalmente distintas e que, ambos à sua maneira, conseguiram captar a minha atenção.
O Dia em que o Sol se Apagou, de Nuno Gomes Garcia, foi vencedor do Prémio LEYA 2014 e, apesar de ser um livro de ficção, quer-me parecer que há ali muita ironia disfarçada, ou seja, quase conseguimos fazer uma ponte entre Portugal do livro e Portugal real e da actualidade. Como ainda não o li não posso confirmar, talvez até esteja a dizer uma grande baboseira. Logo veremos.
O Monstro de Monsanto, de Pedro Jardim, chamou-me à atenção desde o início. A história é bastante intrigante, a começar pelo simples motivo de ser sobre um serial-killer em Portugal. Ora, vão sendo descobertos na floresta de Monsanto, cadáveres de mulheres cobertas com um vestido azul e com um poema de Florbela Espanca ao lado e não se sabe quem o fez e porque o fez. A investigação adensa-se e eu quero saber se descobrem quem é o assassino ou não! (acho que não há motivo melhor para se ler um livro!)


E as minhas últimas aquisições foram O Assassino de Catarina Eufémia e A Porta Para a Liberdade, ambos de Pedro Prostes da Fonseca.
Para quem não sabe, gosto imenso de história, seja de que época e de que país for. No entanto, tenho um carinho especial pela história do meu país (óbvio!) e por aquelas personagens reais que, de alguma forma, lutaram por direitos e por um futuro melhor. Quando soube que O Assassino de Catarina Eufémia ia ser lançado fiquei logo atenta e fui pesquisando mais sobre o mesmo, até que encontrei uma promoção fantástica na WOOK! O livro, ainda em pré-lançamento, tinha um desconto de 10% e ainda oferecia o livro A Porta Para a Liberdade. Mais: com o desconto, a encomenda ficava em 14,22€ e, para quem não sabe, a WOOK oferece os portes acima dos 14€. *Êxtase* Como é que eu podia deixar passar uma oportunidade destas? Pois, não podia!
Apenas uma coisa me deixou... menos contente, vá. O tempo que demoraram a chegar. Foi a primeira vez que fiz uma encomenda na WOOK mas como sempre ouvi falar tão bem, nem pensei duas vezes. Fiz a encomenda no início do mês de Junho, por sorte o livro em pré-lançamento foi lançado logo no dia a seguir e estimei que, no máximo, chegaria dentro de uma semana. Nop. Chegou passadas duas semanas e uns trocos... Não morri por isso, os livros chegaram impecavelmente bem acondicionados mas, para primeira experiência, podia ter corrido melhor. Parece-me que vou ter que repetir a experiência para ver se me passa a neura. :p

E foi isto, meus amigos. 12 livros novos para a minha biblioteca e que espero, se não todos pelo menos a maioria, ler ainda este verão.

E vocês, como foi o vosso mês de Junho em relação a novas aquisições?

3 de julho de 2015

Quando uma série fica a meio...

Há uns anos comprei um livrinho numa feira do livro do qual gostei muito e que, entretanto, descobri ser o primeiro de uma trilogia. Pouco tempo depois, na mesma feira, encontrei o segundo! Yay!
Estou a falar dos livros Rubi, Safira e Esmeralda, da série "O Amor atravessa todos os tempos", da autora Kerstin Gier.









Mas, já sabem o que costuma acontecer com trilogias e sagas - o desespero que advém da curiosidade para saber o que vai acontecer a seguir! Como não encontrei o último livro (Esmeralda) na feira, decidi ir pesquisar e descobri que ainda não tinha sido lançado em Portugal, apesar de já o ter sido lá fora. "Menos mal", pensei eu, pois deveria estar para breve então. Pois, não estava...
Esperei anos pelo seu lançamento por terras lusas e acabei por perder a esperança. Mesmo assim, só para ter a certeza, decidi entrar em contacto com a sua editora, a Contraponto, e perguntar. A resposta foi a esperada: a série não ia ser continuada. Ca nerves pah!

Ora, tendo em conta que uma trilogia são três livros e dois já haviam sido lançados, não podiam ter lançado o último? O prejuízo seria assim tão grande? Não iria ser um grande sucesso de vendas, de certeza, mas haveria gente a comprá-lo (Eu! Eu!). Tal como eu, há mais pessoas que se iniciaram nesta viagem e vão ver a sua serie incompleta ou serão "obrigados" a adquirir o último livro em inglês para saberem o destino das personagens. Enfim, não fiquei nada contente mas já reparei que não foi a primeira nem há-de ser a última vez que isto irá acontecer.

Fiquei com a sensação que a série "Academia de Etiqueta", da autora Marion Chesney, vai pelo mesmo caminho. O primeiro livro, A Educação de Felicity, foi lançado em Fevereiro deste ano pela ASA, mas não há informações sobre ele no site da editora, o que achei deveras estranho. Vamos lá ver...
Curiosamente até achei ambas as séries um pouco parecidas, não em termos de história, mas em termos de escrita. Não são nenhumas obras-primas da literatura, mas lêem-se tão bem que para descontrair um bocadinho não há melhor.

Acho que toda a gente gosta de ler histórias mais complexas e que façam pensar mas, de vez em quando, sabe tão bem ler este tipo de livrinhos. Senhores das editoras, não nos estraguem estes pequenos prazeres!!

1 de julho de 2015

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